Diretoria

A associação será administrada pela Diretoria Executiva, formada por um Diretor Presidente e um Diretor Vice-Presidente, além de diretores para áreas de atuação específicas, listadas a seguir: 1) Diretoria de Comunicação e Eventos; 2) Diretoria de Segurança; 3) Diretoria de Infra-Estrutura e Trânsito; 4) Diretoria de Meio Ambiente; 5) Diretoria Jurídica; 6) Diretoria de Relações Comunitárias e Mobilização de Moradores; 7) Diretoria de Relações Comunitárias e Mobilização do Comércio. A Associação passa a ter um Secretário, um tesoureiro, um Conselheiro Fiscal e um Conselheiro Consultivo. Parágrafo Único - somente poderão candidatar-se aos cargos de administração da associação os associados efetivos. ARTIGO 15º - O desempenho de qualquer cargo ou função, seja nos Conselhos, seja na Diretoria, não poderá ser remunerado, sob nenhuma forma ou pretexto, sendo considerado serviço relevante. Parágrafo Único - É expressa e taxativamente vedada a distribuição de lucros, bonificações ou vantagens a conselheiros, diretores ou associados, seja a que título for.

Presidente: Juliana Renault Vaz

Juliana Renault Vaz trabalha como voluntária da Pro-Civitas desde sua criação. Mudou-se para a Pampulha depois de casada, morando 3 anos no São José e hoje há 13 no São Luís. Considera-se uma felizarda de poder viver com seu marido e criar seus três filhos em bairro tão agradável da cidade, e sonha pela preservação da qualidade de vida característica da região.

Ela acha imprescindível o envolvimento dos cidadãos com as políticas municipais para que o nosso país se desenvolva e seja mais justo.



Vice-Presidente: Claude Mines

Tendo chegado de SP em 1971 , diretamente para a Pampulha , a paixão foi invencível em relação a tantos outros lugares de BH também aprazíveis de se morar. Mas a Pampulha é única, e merece ter nossa luta pela sua preservação do que representa para os que moram na região e para toda a população que a freqüenta , desde que com respeito


Diretora de Comunicação e Eventos: Jussara Novais de Castro Santos

Jussara Novais, moradora do Bairro São Luis há 37 anos, cresceu aqui e escolheu a Pampulha para criar suas filhas. Com o restante da família toda morando na região acredita ter uma qualidade de vida boa. Pensa que a união e participação dos moradores poderá fazer diferença nas futuras modificações que a região sofrerá nos próximos anos.

 

Diretor de Segurança: José Renato Ferreira de Assis

Morador do São Luiz desde 1996, casado com Cissa Bandeira, pai de duas filhas, que freqüentam o Colégio Santa Marcelina desde pequenas. Nascido em Belo Horizonte, sempre sonhei morar no São Luiz por entender que aqui ainda é um dos melhores bairros de Belo Horizonte. Gostaria muito que nossas autoridades mantivessem não só o São Luiz, mas toda a região da Pampulha, como verdadeiro Cartão Postal de Belo Horizonte, por entender que o melhor para toda a população da cidade, é a Pampulha continuar do jeito que está, sem a verticalização acontecida nos bairros Belvedere e Buritis.

 

Diretor de Infra-Estrutura e Trânsito: Helder Alves Novais

Helder Alves Novais, morador do Bairro São Luis há 11 anos, empregado do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), ocupando a função de Gerente de Logística da Regional de Belo Horizonte.





Diretor de Meio Ambiente: Geraldo Amadeo Bertolotti Strambi

 

 

 

Diretor Juridico: Nelson Ferreira Pinto

Nelson Luiz Guedes Ferreira Pinto é morador da Pampulha desde 1972, tendo acompanhado as alterações sofridas pelos bairros do entorno da lagoa desde aquela época. Como advogado, tem cooperado ativamente com a Pro-Civitas, como consultor em questões de direito urbanístico e ambiental.

 

 

Diretora de Relações Comunitárias e Mobilização dos Moradores do bairro São Luís: Nely Rocha Lopes

Em 1976 eu, meu marido e quatro filhos nos mudamos para a Pampulha. Nesta época, a Pampulha estava em desenvolvimento: já existiam belas residências, porém, não existia infra-estrutura para os moradores (como lojas de conveniências, padarias, farmácias, grandes supermercados. Existia somente um supermercado de porte médio, chamado "Mercí" e o tradicional colégio Santa Marcelina. As crianças brincavam nas ruas com seus vizinhos, e os adolescentes na faixa dos 15 anos desfilavam com suas motos. Passaram-se 33 anos, e este bairro chamado São Luís cresceu, desenvolveu-se, mas mantendo características de anos atrás. E continuou com tranqüilidade, ruas largas, trânsito aceitável, convivência com os vizinhos. Por esse motivo, mesmo após criar todos os meus filhos, continuamos aqui e os mantivemos próximos a nós.

 

Diretora de Relações Comunitárias e Mobilização dos Moradores do bairro São José: Regina Márcia Abijaodi Chalfun

Moradora do São Jose há 33 anos, meu marido e eu escolhemos a Pampulha para morar por causa da qualidade de vida, do ar puro, e deste verdadeiro "pulmão" que é a nossa vizinha UFMG (onde meu marido trabalhava como professor. Há 15 anos comprei uma franquia de lavanderia, e com isto aumentei ainda mais o meu circulo de amizades...

Tivemos três filhos, que se formaram aqui, e que sempre adoraram a Pampulha, onde nos sentimos como se morássemos numa cidade de interior, em que se conhece quase todo mundo. Minha filha optou por continuar morando aqui e meus dois netos também serão " pampulhanos". Temos um comércio de pessoas amigas, onde se compra com "caderneta" e, se o dinheiro não der, pagamos no dia seguinte.

Aceitei o convite da Pro-Civitas, porque seu trabalho é maravilhoso e estou disposta a colaborar com o que for possível e o quase impossível, para que o nosso bairro continue sendo um lugar "gostoso" e seguro para se morar.

 

Diretora de Relações Comunitárias e Mobilização do Comércio: Thalsma Figueiredo Mata

Nasci e fui criada na Pampulha. Sou formada em Decoração de Interiores e Estilismo. Trabalho na loja de minha família, estabelecida na Pampulha há 37 anos, no ramo de moda e decoração. Ela é umas das mais conhecidas e a pioneira na região: "Penha Boutique".

Decidi permanecer e criar minha filha onde sempre vivi, por achar o melhor lugar de Belo Horizonte para se morar e formar amizades, como as minhas, que me acompanham desde minha infância.

 

Secretária: Lilian de Abreu Luzzi

Desde 1950 tenho " um caso de amor" com a Pampulha. Ao mudarmos para a Capital, nosso passeio dominical era tomar o bonde para vermos a Lagoa, já que deixamos nossa lagoa na Fazenda do Picão. A emoção era enorme... Prometi defender a Pampulha como se fosse minha.

 

 

 

 

Tesoureira: Júlia Ildefonso Becattini

Moro na Pampulha desde 1978 e aqui criamos e educamos nossas três filhas.

É um privilégio morar numa região tão bonita e cooperar com a Pro-Civitas em suas realizações

 

 

 

Conselheira Fiscal: Taís Cunha

Taís é funcionária pública e reside no São José desde 1982, época em que os filhos podiam brincar e andar de bicicleta nas ruas do bairro. Nestes 17 anos como moradora da região da Pampulha, acompanhou o crescimento da região e, em conseqüência, o aumento de problemas como a violência, a sujeira, o tráfego desordenado, a poluição sonora, dentre outros. É associada da Pro–Civitas desde sua criação porque acredita na importância de se ter uma comunidade unida em busca do bem comum.

 

Conselheira Consultiva: Cacilda Fonseca Bonfante

Moro na região da Pampulha, mais precisamente no bairro São Luiz, há cerca de 38 anos. Foi uma escolha consciente. Queríamos viver em região afastada do corre-corre da área central da cidade. Não importava, na época, acesso a uma infraestrutura comercial. O que pesou : "qualidade de vida'. UM LUXO- CONCORDA?

Nosso pão e leite eram entregues na porta. Muitas moradoras assim como eu fazíamos as compras da semana no Mercado Central. O trajeto da av.Catalão era considerado perigoso! Poucos carros circulavam... Muita coisa mudou - é certo: hoje temos padaria, farmácia e supermercados próximos da nossa casa.

A linha de onibus que serve o nosso bairro considero eficiente. Os motoristas são educados e os onibus trafegam em horários previsíveis. Facilita o acesso ao centro da cidade. Assumo uma atitude urbana. Tomo o onibus todas as vezes que necessito ir ao centro. Defendo melhorias no transporte público. É a solução para a realidade atual. A mobilidade urbana tem que ser resolvida. Aquela Catalão vazia e deserta já era...

Hoje, o nosso bairro tem vida própria. A nossa região cresceu. O número de habitantes multiplicou. E a Lagoa é um local precioso de lazer para todos que aquí moram. Impressiona nas tardes e noites de verão ver a multidão que usa este espaço para correr, andar de bicicleta ou até fazer nada apenas relaxar...

Ah! uma coisa importante: os vizinhos da minha quadra continuam práticamente os mesmos... Outra ponderação que justifica continuar gostando de viver na minha casa e no bairro - acordo todas as manhãs com o canto dos passarinhos. Temos até recebido visita de uma arara. Um pica pau encontrou abrigo perto da janela do meu quarto. Em noites de Lua Cheia-algo extraordinário acontece e que recebo emocionada :o privilégio de poder ver "a luz prateada da lua iluminar o verde que me envolve". Uma benção de Deus! Agradeço sempre!.

Estive na região do Belvedere-Hospital dos Olhos. Fiquei apavorada!!! Os prédios enormes brotam como plantas de cimento. O verde?? Naõ ví. Forma de escoar o trânsito daquela "cidade de concreto"- milhares e milhares de pessoas....Não sei como acontecerá!! Ao chegar em nosso "ninho" pensei: - É mesmo um privilégio morar neste espaço!!.